A literatura informa o desenho; a validade do instrumento XRESET ainda precisa ser estudada. O resultado não é um diagnóstico.
01
Da resposta ao próximo passo.
Uma experiência para dar forma ao que você está vivendo no trabalho.
Suas respostas descrevem o momento no trabalho e seu contexto. Das 61 perguntas, 55 compõem a leitura; seis têm função de segurança, não entram nos indicadores e podem abrir uma pergunta adicional de cuidado.
O relatório organiza indicadores, sinais de atenção e prioridades para começar. O PDF inclui um caderno de quatro semanas para suas anotações.
01
Responda no seu ritmo.
Reserve cerca de 15 minutos e considere sua experiência recente. Descreva o que percebe: não há uma resposta ideal.
02
Entenda sua leitura.
Veja Vitalidade, Conexão e Liberdade, os 13 sinais e um perfil editorial que ajuda a ler o conjunto.
03
Escolha por onde começar.
Considere até três prioridades: agora, de 30 a 90 dias e além de 90 dias.
04
Leve a leitura com você.
Consulte o PDF, anote no caderno e, se quiser, compartilhe com seu psicólogo ou médico de confiança.
02
Três forças. Um contexto mais completo.
Cansaços parecidos podem coexistir com experiências diferentes dentro e fora do trabalho. As três forças e os 13 sinais ajudam a olhar esse contexto; nenhuma força explica tudo sozinha.
Vitalidade
Como você está conseguindo sustentar o dia a dia?
Reúne percepções sobre energia, concentração, emoções, recuperação e a presença do trabalho na vida fora dele.
19 perguntas de leitura · 5 sinais
Exaustão e energia · Cognição · Afetos e reatividade · Recuperação · Interface trabalho-vida
Conexão
Como está sua relação com o trabalho?
Explora autonomia, sentido, valores, competência, pertencimento, demandas e a clareza do que se espera de você.
25 perguntas de leitura · 5 sinais
Autonomia e controle · Sentido, valores e competência · Cultura e pertencimento · Demandas · Escopo
Liberdade
Que margem você percebe para mudar?
Considera condições financeiras, apoio, responsabilidades fora do trabalho e possibilidades profissionais percebidas. Ajuda a refletir sobre suas condições atuais, sem recomendar uma saída do emprego.
11 perguntas de leitura · 3 sinais
Finanças · Suporte e restrições domésticas · Empregabilidade
03
Referências para fazer perguntas melhores.
Pesquisas sobre recursos, recuperação, motivação e condições de trabalho orientam os temas das perguntas do XRESET.
Os estudos citados não comprovam, por transferência, a validade do XRESET.
Insegurança no emprego, empregabilidade percebida e estresse econômico ajudam a contextualizar a margem para mudar (Sverke et al., 2002; Harari et al., 2023; Sinclair et al., 2024). São referências para reflexão, sem garantia de oportunidade profissional.
VITA · Fontes na conversa
Em desenvolvimento
Entender também é poder conferir.
Estamos preparando fontes junto às explicações de VITA para você consultar a origem e os limites da informação.
Pessoa
O estresse pode afetar como eu me sinto?
VITA
O estresse pode afetar o corpo, os pensamentos, os sentimentos e o comportamento [1]. Essa informação geral não explica, sozinha, o que acontece com você.
Educação em saúde
Fonte deste trecho
Stress symptoms: Effects on your body and behavior
Informação geral sobre manifestações do estresse, sem avaliação ou diagnóstico individual.
Referências do método
Informam o desenho das perguntas e da leitura do XRESET.
Fontes na conversa
Estudos científicos e materiais de instituições identificadas poderão acompanhar os trechos que ajudam a explicar, com seu tipo e limites visíveis.
04
O que a leitura pode dizer. E seus limites.
Clareza também é saber o que ainda não foi demonstrado.
Uma fotografia das suas respostas.
A leitura descreve um momento. Por si só, não identifica a causa do cansaço, não prevê sua evolução e não demonstra qual ação produzirá melhora.
Indicadores para orientar a reflexão.
Os valores de 0 a 100 organizam respostas; não representam percentuais de saúde, diagnóstico ou comparação com a população. Os oito perfis são sínteses editoriais, não tipos de personalidade validados.
Em desenvolvimento científico.
O estudo do XRI está planejado. A coleta formal ainda não começou. Não há resultados publicados de confiabilidade, validade ou capacidade de acompanhar mudanças; referências e testes de software não substituem essas evidências.
O cuidado vem antes da leitura.
Se as suas respostas sinalizarem risco agudo, o questionário pausa automaticamente, antes de qualquer pontuação, e mostra recursos de apoio como o CVV (188). Esse circuito roda em toda sessão, é testado a cada mudança, e esses recursos continuam valendo, independentemente da avaliação. O XRESET não oferece atendimento clínico nem apoio humano em tempo real. Em uma emergência, procure o serviço local de emergência.
O CVV (188) é um recurso de apoio no Brasil. Fora do país, procure os recursos de apoio e emergência locais.
05
Quem responde pelo método.
A SAPIANS desenvolve e mantém o XRESET e o XRI-MVP-1.2. A revisão clínica externa formal ainda não foi contratada. As citações não indicam participação, revisão ou endosso dos autores.
A Dynamic Leadership Vitality Theory (DLVT), de William Bendinelli, reúne bem-estar, recursos, recuperação e estudos de liderança para olhar a vida profissional em contexto. Essa integração busca compreender a relação entre o momento vivido, as responsabilidades assumidas e a vitalidade ao longo do tempo.
VITA é a inteligência conversacional da SAPIANS para o bem-estar. Na oferta atual, ajuda a explorar a leitura XRESET conforme as condições do pacote escolhido. Suas respostas podem conter erros e não substituem um profissional de saúde.
DLVT
Preprint público · em aperfeiçoamento
Dynamic Leadership Vitality Theory: How Expanding Leadership Scope Can Drain the Vitality That Sustains It
O preprint propõe um modelo teórico para investigar como ampliar responsabilidades de liderança pode mudar as demandas de coordenação e a energia disponível para sustentá-las.
Bem-estar na liderança
Pesquisas sobre vitalidade e bem-estar de quem assume responsabilidades de liderança.
Demandas e recursos
Estudos sobre as relações entre demandas, recursos e organização do trabalho.
Recuperação
Literatura sobre pausas, descanso e desligamento das demandas do trabalho.
Manuscrito em preparação para submissão, ainda não submetido nem revisado por pares.
06
A evolução precisa ficar visível.
Versões, correções e limites fazem parte da responsabilidade.
O instrumento tem versão. O histórico registra correções de cálculo, seu efeito em leituras anteriores, recálculos realizados e lacunas quando não há registro de recálculo. As respostas das pessoas são preservadas.
Em Novidades, você acompanha datas, melhorias e correções. Recursos em desenvolvimento são identificados: planos de pesquisa e ideias de produto ainda não significam disponibilidade.
Hobfoll, S. E., Halbesleben, J., Neveu, J.-P., & Westman, M. (2018). Conservation of resources in the organizational context: The reality of resources and their consequences. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 5, 103–128.
Sonnentag, S., Cheng, B. H., & Parker, S. L. (2022). Recovery from work: Advancing the field toward the future. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 9, 33–60.
Deci, E. L., Olafsen, A. H., & Ryan, R. M. (2017). Self-determination theory in work organizations: The state of a science. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 4, 19–43.
Bakker, A. B., Demerouti, E., & Sanz-Vergel, A. (2023). Job demands–resources theory: Ten years later. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 10, 25–53.
Steger, M. F., Dik, B. J., & Duffy, R. D. (2012). Measuring meaningful work: The Work and Meaning Inventory (WAMI). Journal of Career Assessment, 20(3), 322–337.
Sverke, M., Hellgren, J., & Näswall, K. (2002). No security: A meta-analysis and review of job insecurity and its consequences. Journal of Occupational Health Psychology, 7(3), 242–264.
Harari, M. B., McCombs, K. M., & Thams, Y. (2023). Perceived employability and employee strain: A meta-analysis. Journal of Occupational and Organizational Psychology, 96(1), 109–118.
Sinclair, R. R., Graham, B. A., & Probst, T. M. (2024). Economic stress and occupational health. Annual Review of Organizational Psychology and Organizational Behavior, 11, 423–451.
Sonnentag, S., & Fritz, C. (2007). The Recovery Experience Questionnaire: Development and validation of a measure for assessing recuperation and unwinding from work. Journal of Occupational Health Psychology, 12(3), 204–221.
Organização Mundial da Saúde. Burn-out an occupational phenomenon: International Classification of Diseases. Perguntas frequentes sobre a classificação do burnout na CID-11.